O primeiro treino da época do Beira-Mar, que regressa à Liga Sagres, contou apenas com 11 jogadores, três dos quais reforços.
O plantel, para já de 17 jogadores, regressou ao trabalho sob orientação do técnico Leonardo Jardim no estádio municipal de Oliveira do Bairro, onde irá continuar aé sábado.
A opção é justificada pelo tratamento em curso nos relvados em Aveiro (estádio municipal e estádio Mário Duarte).
Durante a tarde, está previsto iniciar os exames médicos.
Dos jogadores que transitam da época anterior registaram-se as ausências de Djamal (médio) e Kanu (defesa), que são esperados nos próximos dias.
O Beira-Mar conseguiu ainda a renovação com o extremo chinês Wang, aguardado até ao final da semana.
O clube contratou Leandro Tatu (avançado, ex- Santa Clara), que se deve apresentar segunda-feira.
Wilson Eduardo (avançado) e André Marques (lateral), ambos cedidos pelo Sporting, podem chegar durante a tarde ou amanhã a Aveiro.
Em Avanca, onde decorrem até ao final da semana treinos de observação, encontra-se Christoph Semmler, guarda-redes alemão de 30 anos, ex-RW Oberhausen (II Divisão), dependendo a sua contratação da palavra do treinador.
Contrariar estatuto de candidatos à descida, pede Leonardo Jardim
No “início de época possível” Leonardo Jardim ainda espera que a direcção possa completar as vagas. Dificuldades de “um candidato à descida” que não retiraram o optimismo do treinador “em alcançar o obectivo, que é a manutenção” (ouvir nas galerias relacionadas).
O Beira-Mar está a colocar atletas de formação. Para já, apenas Filipe, médio, sabe que vai jogar no Espinho. Renato (guarda-redes), Jaime (defesa), Jonathan (defesa) e Bornes (médio) aguardam o desfecho de contactos em curso.
A apresentação oficial está prevista para segunda-feira.
Compareceram no apronto matinal de hoje os seguintes jogadores:
Guarda-redes: Rui Rego (ex-Chaves), Bruno Conceição (com contrato mas ainda futuro indefinido);
Defesas: Tinoco (ex-Vianense), Danilo (ex-Chaves), Pedro Moreira, Yohan, Hugo;
Médios: Pedro Araújo, Rui Sampaio, Artur.
Avançados: Rui Varela.
Fonte: Noticias de Aveiro
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“A RIA, A ÁGUA, O HOMEM”, DESENHOS E FILMES DE MATOS BARBOSA NO MUSEU DA CIDADE

O Museu da Cidade, em Aveiro, irá mostrar durante todo o mês de Junho uma exposição sobre o novo filme de animação do realizador Manuel Matos Barbosa, “A Ria, a Água, o Homem”.
Este filme, produzido pela Filmógrafo e Cine-Clube de Avanca, inspira-se nos textos de Raul Brandão em “Os Pescadores”, para se debruçar sobre as águas de Aveiro e para documentar a Ria.
O actor Joaquim de Almeida dá voz ás palavras e ás emoções deste filme de desenhos monocromáticos exímios, de um realismo inesperado.
Cineasta, artista plástico, autor de banda desenhada, Matos Barbosa nasceu em Oliveira de Azeméis em 1935, tendo encontrado na arte, mas sobretudo no desenho e no cinema, a sua forma de expressão por excelência.
Com Vasco Branco e Manuel Paula Dias, assinou alguns dos filmes do cinema amador português mais premiados internacionalmente. Do documentário à animação, os seus filmes têm uma forte componente inspiradora da paisagem, das histórias e das gentes da Beira Litoral.
Com uma filmografia de 18 filmes, estas obras foram várias vezes premiadas e exibidas em festivais de Portugal, Alemanha, Andorra, Angola, Áustria, Bélgica, Espanha, França, Itália, Rodésia, Suíça e Moçambique.
“A Ria, a Água, o Homem”, é a exposição de um filme, mas é também a mostra de um percurso de vida e de um espaço lagunar – a Ria de Aveiro.
Desenhos, imagens, máquinas, prémios, banda desenhada e documentos diversos, marcam cada um dos vários espaços que ocupam os 3 pisos do Museu da Cidade.
A mostra poderá ser visitada de terça a sexta das 10h às 12.30h e das 14.30h às 18h.
Durante a mostra, serão exibidos alguns dos melhores filmes da animação portuguesa para crianças, nomeadamente “Um Gato Sem Nome” de Carlos Cruz recentemente nomeado para os Prémios do Shangai Tv Festival (China).
O filme “A Ria, a Água, o Homem” será exibido em ante-estreia nos últimos dias da mostra, antecedendo a sua posterior passagem pelos Festivais Internacionais de Cinema AVANCA'10 e CINANIMA.
“A Ria, a Água, o Homem” teve apoio à produção do ICA/Ministério da Cultura e da RTP, entre outras entidades.
Fonte: Cine-Clube de Avanca
Aluna que se queixou de violação na escola confessou mentira
A aluna, de 14 anos, da Escola Integrada EB 1,2,3 de Pardilhó (Estarreja) que se queixou à GNR de ter sido violada na escola por um colega, de 17 anos, confessou nas últimas horas à Polícia Judiciária que inventou a história, confirmou, ao JN, uma fonte policial.
Na origem da mentira contra o aluno, contada, na passada terça- feira, pela rapariga - que foi acompanhada pelos pais - no posto da GNR de Avanca e depois na PJ de Aveiro, pode estar uma situação provocada pelo namoro entre os dois, um relacionamento reprovado pelos pais da aluna, conforme informou, ontem, o JN.
Segundo a versão inventada pela aluna, o colega violou-a numa sala de aula da EB depois de a ter ameaçado com uma arma branca. Acrescentou que o rapaz teria contado com a colaboração de uma colega para vigiar a sala de aula. Anteontem, ao final do dia, perante o interrogatório da PJ, a jovem admitiu ter mentido.
O relato surpreendeu os responsáveis da escola, que não querendo comentar directamente esta questão, afirmaram que "seria muito difícil haver uma violação na escola sem que ninguém e tivesse apercebido", conforme afirmou, ao JN, a directora da Escola Integrada de Pardilhó, Lurdes Pereira, que ontem voltou a recusar comentar o assunto, mesmo depois de ter sido informada pelas autoridades de que tudo não tinha passado de uma mentira da aluna.
Tal como ontem informou o JN, o casal em causa já tinha sido avisado pelos responsáveis da escola por comportamentos mais íntimos no interior da EB.
Fonte: JN
Na origem da mentira contra o aluno, contada, na passada terça- feira, pela rapariga - que foi acompanhada pelos pais - no posto da GNR de Avanca e depois na PJ de Aveiro, pode estar uma situação provocada pelo namoro entre os dois, um relacionamento reprovado pelos pais da aluna, conforme informou, ontem, o JN.
Segundo a versão inventada pela aluna, o colega violou-a numa sala de aula da EB depois de a ter ameaçado com uma arma branca. Acrescentou que o rapaz teria contado com a colaboração de uma colega para vigiar a sala de aula. Anteontem, ao final do dia, perante o interrogatório da PJ, a jovem admitiu ter mentido.
O relato surpreendeu os responsáveis da escola, que não querendo comentar directamente esta questão, afirmaram que "seria muito difícil haver uma violação na escola sem que ninguém e tivesse apercebido", conforme afirmou, ao JN, a directora da Escola Integrada de Pardilhó, Lurdes Pereira, que ontem voltou a recusar comentar o assunto, mesmo depois de ter sido informada pelas autoridades de que tudo não tinha passado de uma mentira da aluna.
Tal como ontem informou o JN, o casal em causa já tinha sido avisado pelos responsáveis da escola por comportamentos mais íntimos no interior da EB.
Fonte: JN
PJ investiga queixa de violação na escola
A Polícia Judiciária (PJ) de Aveiro está a investigar uma queixa por eventual violação e outras ameaças que terão ocorrido esta semana no interior da escola EB 1,2,3 de Pardilhó, concelho de Estarreja, envolvendo alunos do estabelecimento.
A alegada vítima, uma rapariga de 14 anos, atribuiu a autoria dos actos a um rapaz de 17 anos que terá agido, supostamente, com a cumplicidade de uma colega no mesmo estabelecimento de ensino.
A queixa foi apresentada anteontem no posto da GNR de Avanca pelo pai da rapariga presumivelmente abusada.
O caso passou de imediato para as mãos da PJ que procedeu já à abertura de uma investigação, preparando ontem a recolha de depoimentos e outras diligências, nomeadamente perícias médico-legais.
Na versão da suposta vítima, o rapaz terá abusado de si com ameaça de arma branca, numa sala de aula, e intimidou-a para não falar, sob pena de matar o irmão.
A aluna adiantou ainda às autoridades policiais que a segunda rapariga envolvida terá ficado a vigiar a porta.
No entanto, as primeiras investigações da PJ, segundo apurou o DN, apontam para uma situação com outros contornos que podem vir a excluir a acusação do abuso sexual. Apesar dos contactos feitos, não foi possível ouvir o órgão de gestão da escola.
Fonte: DN
A alegada vítima, uma rapariga de 14 anos, atribuiu a autoria dos actos a um rapaz de 17 anos que terá agido, supostamente, com a cumplicidade de uma colega no mesmo estabelecimento de ensino.
A queixa foi apresentada anteontem no posto da GNR de Avanca pelo pai da rapariga presumivelmente abusada.
O caso passou de imediato para as mãos da PJ que procedeu já à abertura de uma investigação, preparando ontem a recolha de depoimentos e outras diligências, nomeadamente perícias médico-legais.
Na versão da suposta vítima, o rapaz terá abusado de si com ameaça de arma branca, numa sala de aula, e intimidou-a para não falar, sob pena de matar o irmão.
A aluna adiantou ainda às autoridades policiais que a segunda rapariga envolvida terá ficado a vigiar a porta.
No entanto, as primeiras investigações da PJ, segundo apurou o DN, apontam para uma situação com outros contornos que podem vir a excluir a acusação do abuso sexual. Apesar dos contactos feitos, não foi possível ouvir o órgão de gestão da escola.
Fonte: DN
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